21 AGOSTO 2011
Aidan Dwyer, um garoto de apenas 13 anos descobriu uma maneira
surpreendente de aumentar a eficácia das tradicionais células solares
em até 50%, depois de uma caminhada por uma floresta perto de sua
casa.<--more--!> O jovem gênio ficou intrigado ao perceber que todas as folhas
das árvores tinham orientação e ângulos semelhantes entre si e
imaginou que isso estaria relacionado ao melhor aproveitamento dos
raios solares. Curioso em descobrir por esse tipo de seqüência que se
repetia, o jovem começou a fazer cálculos e o resultado não foi outro
senão a seqüência de Fibonacci, uma série de números descritos no
século XIII pelo matemático italiano Leonardo Pisano, usado para
descrever padrões de muitos elementos da natureza. Então Aidan fez uma
experiência. Usando o mesmo número de células solares, ele construiu
dois modelos. Um deles disposto da maneira tradicional e o outro
imitando a maneira das "árvores" usando a seqüência de Fibonacci em um
padrão em espiral. O projeto “árvore” obteve um aproveitamento médio 20% acima do tradicional, mas os resultados mais interessantes foram observados em dezembro, quando o Sol estava no seu ponto mais baixo no céu e o aproveitamento energético foi 50% mais eficiente, além de coletar a luz solar por um período de tempo maior durante o dia. A descoberta de Aidan lhe rendeu o prêmio de jovem naturalista do Museu Americano de História Natural, ele também pretende patetear sua descoberta. No final da historia todas as empresas que investem milhões de dólares em pesquisas e os renomados cientistas que passam anos estudando como tornar a energia solar mais eficiente, foram passados para trás por um garoto de 13 anos!
surpreendente de aumentar a eficácia das tradicionais células solares
em até 50%, depois de uma caminhada por uma floresta perto de sua
casa.<--more--!> O jovem gênio ficou intrigado ao perceber que todas as folhas
das árvores tinham orientação e ângulos semelhantes entre si e
imaginou que isso estaria relacionado ao melhor aproveitamento dos
raios solares. Curioso em descobrir por esse tipo de seqüência que se
repetia, o jovem começou a fazer cálculos e o resultado não foi outro
senão a seqüência de Fibonacci, uma série de números descritos no
século XIII pelo matemático italiano Leonardo Pisano, usado para
descrever padrões de muitos elementos da natureza. Então Aidan fez uma
experiência. Usando o mesmo número de células solares, ele construiu
dois modelos. Um deles disposto da maneira tradicional e o outro
imitando a maneira das "árvores" usando a seqüência de Fibonacci em um
padrão em espiral. O projeto “árvore” obteve um aproveitamento médio 20% acima do tradicional, mas os resultados mais interessantes foram observados em dezembro, quando o Sol estava no seu ponto mais baixo no céu e o aproveitamento energético foi 50% mais eficiente, além de coletar a luz solar por um período de tempo maior durante o dia. A descoberta de Aidan lhe rendeu o prêmio de jovem naturalista do Museu Americano de História Natural, ele também pretende patetear sua descoberta. No final da historia todas as empresas que investem milhões de dólares em pesquisas e os renomados cientistas que passam anos estudando como tornar a energia solar mais eficiente, foram passados para trás por um garoto de 13 anos!